Pelo segundo ano seguido e pela sexta vez nos últimos sete anos, a Prefeitura de Americana optou por não aumentar o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano.
Diferente do que já ocorreu em Americana, como em 2017, 2015 e 2009, quando esse imposto chegou a aumentar a cima da inflação, 20, 15,3 e 30% respectivamente, em 2025 os proprietários locais terão apenas que repor a inflação nacional, ou seja; um reajuste de 4,76%.
Apesar disso, o município atualmente tem uma defasagem de aproximadamente 160% no valor médio imobiliário da região, o que poderia ter sido utilizado como justificativa, como ocorreu em 2015 e 2022.
A informação de que ele ficará “mais caro”, é reflexo tão somente da inflação acumulada entre o final de 2023 e o final deste ano e não por decisão da Secretaria de Fazenda do município. A não aplicação desse reajuste é caracterizada pelo Tribunal de Contas como renúncia de receita, passível de penalidade.
Existe também uma expectativa de que o REFIS volte a ser disponibilizado, permitindo assim o parcelamento e renegociação de dívidas, com isenção de multas e juros.
É através desse tributo que o município realiza uma série de serviços, nas áreas de zeladoria, saúde e segurança, por exemplo.
ÚLTIMOS REAJUSTES:
2017: 20% (+in)
2018: 4% (inflação)
2019: 2,49% (in)
2020: 0% (-in)
2021: 9% (in)
2022: 14,13% (+in)
2023: 4,75% (in)
2024: 4,76% (in).


Relacionadas
Juninho Dias anuncia início do projeto de construção do Mini Hospital do Zanaga
Atrasos na principal linha de ônibus de Americana irrita Léo da Padaria
Prefeitura conclui campanha de trânsito na volta às aulas com ações em duas escolas