Americana supera todas as cidades vizinhas e 21 capitais no ranking nacional de progresso

Cidade subiu no ranking pelo 3º ano seguido, obteve pontuação melhor que a de 21 capitais, incluindo Florianópolis, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Cuiabá e Ceará e também superou todas as cidades vizinhas.

A principal pesquisa nacional que avalia o progresso social em cada uma das mais de 5 mil cidades do país avaliou Americana com a nota 69,21. A média do Brasil ficou em 63,40 e a média estadual (SP) ficou em 67,96.

Americana superou mais uma vez todas as vizinhas: Paulínia, Nova Odessa, Limeira, Cosmópolis e Santa Bárbara. Na região, ela superou também Piracicaba, Sumaré e até Indaiatuba.

O IPS é medido pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) com base no cruzamento de 57 indicadores sociais e ambientais de instituições públicas como DataSUS, IBGE, Inep, MapBiomas, Anatel, Cadastro Único e Conselho Nacional de Justiça.

O índice é uma medida que avalia o bem-estar social e ambiental das regiões, considerando aspectos como saúde, educação e qualidade de vida. A plataforma permite comparar o progresso social entre diferentes municípios e monitorar as mudanças ao longo do tempo.

“Ficamos muito contentes em mais uma vez obter uma excelente nota, que comprova o resultado do nosso trabalho. Nosso objetivo é sempre avançar, oferecendo à população de Americana os melhores serviços, sempre cuidando principalmente de quem mais precisa. É mais um índice que mostra que Americana é feliz de verdade”, disse o prefeito Chico Sardelli.

Os indicadores abrangem três perguntas diferentes sobre a vida em cada cidade:

– Necessidades humanas básicas: nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal, cobertura vacinal, mortalidade infantil, esgotamento sanitário, qualidade dos domicílios e taxas de homicídio.

– Fundamentos do bem-estar: mede conhecimento básico (Ideb, abandono e evasão escolar), acesso à informação e comunicação (cobertura de internet e telefonia), à saúde e bem-estar (expectativa de vida, obesidade, suicídios, doenças crônicas) e à qualidade do meio ambiente (áreas verdes, emissões de CO2, desmatamento, focos de calor).

– Oportunidades: direitos individuais (acesso à Justiça e a programas de direitos humanos), liberdades individuais e de escolha (acesso à cultura e ao esporte, gravidez na adolescência), inclusão social (paridade de gênero e raça nas câmaras, violência contra mulheres, indígenas e negros) e acesso à educação superior.

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