Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), o município de Americana está há cinco anos sem registrar latrocínios, que é o roubo seguido de morte.
O último registro policial pelo artigo 157, § 3º na cidade ocorreu em abril de 2020, embora sem registro dos detalhes. Desde 2015 a cidade não passava 12 meses sem casos de latrocínio, os recordes de mortes para o período de 1 ano ocorreram em 2002 e 2007, com três ocorrências cada. Foram 19 latrocínios entre 2001 e 2019.
Em outubro de 2019 um crime chocou a região. A notícia da morte da empresária Giani Lião, anunciada pela nossa equipe, comovia a cidade. Dona de um açougue na Colina, ela foi brutalmente assassinada após entregar o dinheiro do caixa para um criminoso (foto 2). Ele foi preso uma semana depois e condenado em 2020 a 35 anos de prisão. Dois comparsas, incluindo um ex-funcionário, também foram condenados a 25 anos de prisão.
Em agosto de 2020, um caso suspeito de latrocínio também foi registrado. Dessa vez um comerciante de um bar na Rua das Rosas foi esfaqueado e morreu, no entanto a investigação esclareceu que não houve roubo.
Considerado crime hediondo, casos de latrocínios assustam e revoltam a população. Durante esse período de queda nos índices de criminalidade, a Prefeitura de Americana implementou algumas medidas, como a aquisição de mais viaturas, armamento e munição, além de contratação de mais agentes e ativação do CSI, com monitoramento 24h de todos os bairros e acessos da cidade.


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